Desapropriação da Linha Celeste do Metrô
A desapropriação da Linha Celeste do Metrô (Linha 19-Celeste) é uma etapa fundamental do projeto que vai conectar o Bosque Maia, em Guarulhos, ao Anhangabaú, no centro de São Paulo. Com 17,6 km de extensão e 15 estações, a obra impacta diretamente diversas áreas urbanas e exige atenção redobrada dos proprietários atingidos.
Bairros e regiões afetadas pela desapropriação Linha 19-Celeste
Em Guarulhos, a desapropriação da Linha Celeste do Metrô atinge os bairros Bosque Maia, Vila Augusta, Centro, Paraventi e Itapegica, especialmente nas avenidas Paulo Faccini, Tiradentes, Guarulhos e Antônio Iervolino.
Na capital paulista, os impactos da desapropriação linha celeste se concentram na Zona Norte, nos bairros Vila Medeiros, Vila Maria, Vila Guilherme, Jardins Japão, Brasil e Julieta, além da região central, abrangendo o Distrito da Sé, Brás e Belém, com intervenções na Rua Carlos de Souza Nazaré, Largo do Paissandu, Praça Pedro Lessa e Avenida 9 de Julho.
Indenização e seus direitos
Ao todo, cerca de 474 imóveis serão afetados pela desapropriação da linha celeste do Metrô. Caso o valor oferecido não corresponda ao preço real de mercado, o proprietário pode recusar a proposta, apresentar laudo técnico próprio e discutir judicialmente a indenização. Mesmo assim, o processo pode avançar, sem prejuízo do direito à compensação justa.
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A atuação de um advogado especialista em desapropriação é essencial para analisar os decretos, revisar avaliações, apresentar laudos independentes e garantir que todas as benfeitorias sejam consideradas na desapropriação da Linha Celeste do Metrô.
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